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Monday 26 October 2026 19:27:06 GMT
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user4059572702776
Pastor Musiniwa :
Amen 🙏
2026-10-31 13:56:10
1
user5013224985880
mama Gue :
true
2026-10-31 12:30:28
1
user59105937846591
Mancue :
pakataurwa chokwadi chizere apa
2026-10-31 13:17:01
1
mamadee834
@mamadee :
True iyoyo vaudzei ana pambwa vanozviita kuti vane marii.
2026-10-31 14:16:56
0
user3120783942611
Shecks gtza :
uyu aigona uyu😂
2026-10-31 16:35:57
0
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O governo federal publicou na quarta-feira (28/10) a Portaria GM/MPO nº 485, assinada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, promovendo um ajuste de R$ 5,16 bilhões no orçamento da União. A medida foi oficializada apenas três dias após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 e contempla cancelamentos e remanejamentos entre diferentes pastas.   No âmbito das Forças Armadas e do Ministério da Defesa, foram bloqueados R$ 226,51 milhões. Desse total, R$ 112,72 milhões correspondem à reserva de contingência da pasta. As dotações anuladas nas forças incluem R$ 51,42 milhões do Exército, R$ 32,56 milhões da Aeronáutica e R$ 29,82 milhões da Marinha. Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) teve R$ 119,26 milhões cancelados, referentes a despesas com pessoal.   Os recursos remanejados foram direcionados, em sua maior parte, para áreas sociais. Cerca de R$ 4,72 bilhões vão reforçar o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia (RMV). Outros R$ 387,6 milhões foram alocados para a assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda assim, houve um reforço de R$ 27,36 milhões para o ensino profissional marítimo militar, também vinculado ao Ministério da Defesa.   O governo esclareceu que os cancelamentos não implicam corte de salários de militares ou policiais, nem necessariamente prejudicam atividades operacionais. Trata-se de um remanejamento de limites orçamentários, e não há garantia de que todos os valores anulados seriam efetivamente gastos até o encerramento do exercício financeiro. O ajuste busca realocar recursos para prioridades definidas pela gestão atual, sem compromisso com a execução integral dos valores originalmente previstos.
O governo federal publicou na quarta-feira (28/10) a Portaria GM/MPO nº 485, assinada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, promovendo um ajuste de R$ 5,16 bilhões no orçamento da União. A medida foi oficializada apenas três dias após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 e contempla cancelamentos e remanejamentos entre diferentes pastas. No âmbito das Forças Armadas e do Ministério da Defesa, foram bloqueados R$ 226,51 milhões. Desse total, R$ 112,72 milhões correspondem à reserva de contingência da pasta. As dotações anuladas nas forças incluem R$ 51,42 milhões do Exército, R$ 32,56 milhões da Aeronáutica e R$ 29,82 milhões da Marinha. Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) teve R$ 119,26 milhões cancelados, referentes a despesas com pessoal. Os recursos remanejados foram direcionados, em sua maior parte, para áreas sociais. Cerca de R$ 4,72 bilhões vão reforçar o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia (RMV). Outros R$ 387,6 milhões foram alocados para a assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda assim, houve um reforço de R$ 27,36 milhões para o ensino profissional marítimo militar, também vinculado ao Ministério da Defesa. O governo esclareceu que os cancelamentos não implicam corte de salários de militares ou policiais, nem necessariamente prejudicam atividades operacionais. Trata-se de um remanejamento de limites orçamentários, e não há garantia de que todos os valores anulados seriam efetivamente gastos até o encerramento do exercício financeiro. O ajuste busca realocar recursos para prioridades definidas pela gestão atual, sem compromisso com a execução integral dos valores originalmente previstos.

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