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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Augusto Heleno a deixar a prisão domiciliar em seis datas específicas para a realização de um tratamento de saúde em Brasília. A decisão, assinada na segunda-feira (26), permite o deslocamento do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) até um instituto médico situado na Asa Norte. As sessões de tratamento por ondas de choque focais estão programadas para os dias 28 de outubro, 4, 11, 18 e 25 de novembro, além de 2 de dezembro, sempre no horário das 9h. A defesa do militar apresentou os comprovantes de agendamento em documentos que tramitam sob sigilo. Ao acatar a solicitação, Moraes ressaltou que, por se tratar de uma condição de saúde devidamente comprovada nos autos, não há impedimentos para a concessão da saída. O magistrado determinou que Augusto Heleno deve permanecer fora de sua residência apenas pelo tempo estritamente necessário para o trajeto, a execução dos procedimentos médicos e o retorno imediato ao domicílio. O general cumpre pena em regime de prisão domiciliar humanitária desde dezembro de 2025, após ter sido condenado a 21 anos de reclusão por envolvimento em uma trama golpista. A modalidade de prisão domiciliar foi estabelecida devido a um diagnóstico de demência de origem mista, condição apresentada pelo general desde janeiro do ano passado. Esse quadro clínico foi o fator decisivo para que o Poder Judiciário autorizasse o cumprimento da sentença em sua residência. Em audiência realizada após sua detenção, em novembro do ano passado, o general afirmou ter recebido o diagnóstico da doença ainda em 2018. No entanto, a defesa retificou a informação posteriormente, esclarecendo que Augusto Heleno não possuía tal diagnóstico durante o período em que exerceu o cargo de ministro do GSI, entre os anos de 2019 e 2022.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Augusto Heleno a deixar a prisão domiciliar em seis datas específicas para a realização de um tratamento de saúde em Brasília. A decisão, assinada na segunda-feira (26), permite o deslocamento do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) até um instituto médico situado na Asa Norte. As sessões de tratamento por ondas de choque focais estão programadas para os dias 28 de outubro, 4, 11, 18 e 25 de novembro, além de 2 de dezembro, sempre no horário das 9h. A defesa do militar apresentou os comprovantes de agendamento em documentos que tramitam sob sigilo. Ao acatar a solicitação, Moraes ressaltou que, por se tratar de uma condição de saúde devidamente comprovada nos autos, não há impedimentos para a concessão da saída. O magistrado determinou que Augusto Heleno deve permanecer fora de sua residência apenas pelo tempo estritamente necessário para o trajeto, a execução dos procedimentos médicos e o retorno imediato ao domicílio. O general cumpre pena em regime de prisão domiciliar humanitária desde dezembro de 2025, após ter sido condenado a 21 anos de reclusão por envolvimento em uma trama golpista. A modalidade de prisão domiciliar foi estabelecida devido a um diagnóstico de demência de origem mista, condição apresentada pelo general desde janeiro do ano passado. Esse quadro clínico foi o fator decisivo para que o Poder Judiciário autorizasse o cumprimento da sentença em sua residência. Em audiência realizada após sua detenção, em novembro do ano passado, o general afirmou ter recebido o diagnóstico da doença ainda em 2018. No entanto, a defesa retificou a informação posteriormente, esclarecendo que Augusto Heleno não possuía tal diagnóstico durante o período em que exerceu o cargo de ministro do GSI, entre os anos de 2019 e 2022.

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