@bekah.may: Chics Dig Iceman 2021 Aqha/Apha eligible Gelding lightly shown in Ranch Rail and Ranch Riding. Top 10 In the Maiden Ranch Rail. Has been started with lead changes. Selling due to the youth going to College. Mid 5 figures #ranchhorseforsale #horseshow #horsetraining

Bekah May
Bekah May
Open In TikTok:
Region: US
Tuesday 27 October 2026 15:00:34 GMT
310
22
0
0

Music

Download

Comments

There are no more comments for this video.
To see more videos from user @bekah.may, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Covid Uma decisão do Supremo voltou a colocar Jair Bolsonaro no centro das discussões relacionadas à CPI da Covid. A Procuradoria-Geral da República concluiu que não existiam indícios dos crimes de corrupção ativa e advocacia administrativa no caso específico analisado. Em julho de 2026, o ministro Nunes Marques acolheu a manifestação da PGR e determinou o arquivamento da notícia-crime. O episódio teve origem em 2021, após a divulgação de uma conversa entre Bolsonaro, então presidente da República, e o senador Jorge Kajuru. Na ligação, Bolsonaro defendia que a CPI da Covid também investigasse governadores e prefeitos, além das ações do governo federal durante a pandemia. A partir disso, parlamentares apresentaram uma notícia-crime questionando uma possível tentativa de interferência nos trabalhos da comissão. A análise da PGR, entretanto, concluiu que não havia elementos suficientes para caracterizar os crimes mencionados. O ministro Nunes Marques acompanhou esse entendimento e arquivou o procedimento. É importante, porém, fazer uma distinção. O arquivamento dessa notícia-crime não significa que Bolsonaro tenha sido declarado inocente de todas as acusações relacionadas à CPI da Covid. São procedimentos diferentes. O caso arquivado tratava especificamente da suposta interferência nos trabalhos da comissão. Outras acusações relacionadas ao relatório final da CPI são objeto de procedimentos próprios. Essa diferença é fundamental para entender o alcance da decisão. Uma CPI possui poderes de investigação e produz um relatório parlamentar. Depois disso, cabe às autoridades competentes analisar individualmente os fatos e verificar se existem elementos suficientes para uma eventual responsabilização criminal. Portanto, uma acusação apresentada em um relatório parlamentar não equivale automaticamente a uma condenação judicial. Da mesma forma, o arquivamento de uma investigação específica não elimina outras apurações que tratem de fatos diferentes. O caso também mostra como decisões judiciais podem ser interpretadas de maneiras muito diferentes nas redes sociais. Uma publicação pode apresentar o arquivamento como uma “inocentação completa”, enquanto outra pode simplesmente ignorar a decisão. Nenhuma dessas abordagens necessariamente explica todo o contexto. O fato objetivo é que a PGR não encontrou indícios dos crimes analisados naquele procedimento, e o STF determinou seu arquivamento. Isso não encerra todas as discussões sobre a atuação do governo Bolsonaro durante a pandemia, nem altera automaticamente outras investigações relacionadas ao relatório da CPI. No fim, o ponto mais importante é separar acusação, investigação, arquivamento e condenação. São etapas diferentes e possuem consequências jurídicas diferentes. Em um ambiente político marcado por forte polarização, compreender exatamente o que uma decisão judicial decidiu — e, principalmente, o que ela não decidiu — é essencial para evitar interpretações exageradas. Nesse caso, a decisão diz respeito a uma acusação específica envolvendo uma suposta interferência na CPI da Covid. Outras questões relacionadas à pandemia permanecem em procedimentos próprios.
Covid Uma decisão do Supremo voltou a colocar Jair Bolsonaro no centro das discussões relacionadas à CPI da Covid. A Procuradoria-Geral da República concluiu que não existiam indícios dos crimes de corrupção ativa e advocacia administrativa no caso específico analisado. Em julho de 2026, o ministro Nunes Marques acolheu a manifestação da PGR e determinou o arquivamento da notícia-crime. O episódio teve origem em 2021, após a divulgação de uma conversa entre Bolsonaro, então presidente da República, e o senador Jorge Kajuru. Na ligação, Bolsonaro defendia que a CPI da Covid também investigasse governadores e prefeitos, além das ações do governo federal durante a pandemia. A partir disso, parlamentares apresentaram uma notícia-crime questionando uma possível tentativa de interferência nos trabalhos da comissão. A análise da PGR, entretanto, concluiu que não havia elementos suficientes para caracterizar os crimes mencionados. O ministro Nunes Marques acompanhou esse entendimento e arquivou o procedimento. É importante, porém, fazer uma distinção. O arquivamento dessa notícia-crime não significa que Bolsonaro tenha sido declarado inocente de todas as acusações relacionadas à CPI da Covid. São procedimentos diferentes. O caso arquivado tratava especificamente da suposta interferência nos trabalhos da comissão. Outras acusações relacionadas ao relatório final da CPI são objeto de procedimentos próprios. Essa diferença é fundamental para entender o alcance da decisão. Uma CPI possui poderes de investigação e produz um relatório parlamentar. Depois disso, cabe às autoridades competentes analisar individualmente os fatos e verificar se existem elementos suficientes para uma eventual responsabilização criminal. Portanto, uma acusação apresentada em um relatório parlamentar não equivale automaticamente a uma condenação judicial. Da mesma forma, o arquivamento de uma investigação específica não elimina outras apurações que tratem de fatos diferentes. O caso também mostra como decisões judiciais podem ser interpretadas de maneiras muito diferentes nas redes sociais. Uma publicação pode apresentar o arquivamento como uma “inocentação completa”, enquanto outra pode simplesmente ignorar a decisão. Nenhuma dessas abordagens necessariamente explica todo o contexto. O fato objetivo é que a PGR não encontrou indícios dos crimes analisados naquele procedimento, e o STF determinou seu arquivamento. Isso não encerra todas as discussões sobre a atuação do governo Bolsonaro durante a pandemia, nem altera automaticamente outras investigações relacionadas ao relatório da CPI. No fim, o ponto mais importante é separar acusação, investigação, arquivamento e condenação. São etapas diferentes e possuem consequências jurídicas diferentes. Em um ambiente político marcado por forte polarização, compreender exatamente o que uma decisão judicial decidiu — e, principalmente, o que ela não decidiu — é essencial para evitar interpretações exageradas. Nesse caso, a decisão diz respeito a uma acusação específica envolvendo uma suposta interferência na CPI da Covid. Outras questões relacionadas à pandemia permanecem em procedimentos próprios.

About