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Alysa
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Saturday 31 October 2026 19:54:44 GMT
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Imagens levantam dúvidas sobre assistência a pessoa com deficiência e sigilo do voto; caso ainda não foi esclarecido oficialmente. Um vídeo que circula nas redes sociais e que, supostamente, seria deste domingo (25), dia do segundo turno, levanta questionamentos sobre a assistência a pessoas com deficiência e o sigilo do voto. Nas imagens, uma mulher aparece acompanhando a mãe, uma idosa em cadeira de rodas que não consegue falar nem movimentar os braços e não demonstra reação aparente. Segundo o relato sobre as imagens, a filha teria escolhido e digitado os números correspondentes a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de gravar o momento da votação na urna. A Resolução TSE nº 23.751/2026 permite que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida recebam auxílio de alguém de confiança para votar, inclusive para digitar os números, desde que o presidente da mesa autorize e as regras sejam cumpridas. No entanto, o auxílio físico não permite que o acompanhante substitua a vontade do eleitor. Diante da ausência de reação aparente da idosa, fica a dúvida sobre como sua preferência foi identificada. O artigo 137 da mesma resolução proíbe a entrada na cabine com celular ou câmera capaz de registrar a escolha. O artigo 312 do Código Eleitoral prevê detenção de até dois anos para quem violar o sigilo do voto. O caso levanta questionamentos que precisam ser esclarecidos: a entrada da acompanhante foi autorizada pelos mesários? Como a vontade da eleitora foi identificada? A gravação violou o sigilo eleitoral? Até o momento, não há confirmação independente sobre a data exata da gravação nem esclarecimentos oficiais. #tiktok
Imagens levantam dúvidas sobre assistência a pessoa com deficiência e sigilo do voto; caso ainda não foi esclarecido oficialmente. Um vídeo que circula nas redes sociais e que, supostamente, seria deste domingo (25), dia do segundo turno, levanta questionamentos sobre a assistência a pessoas com deficiência e o sigilo do voto. Nas imagens, uma mulher aparece acompanhando a mãe, uma idosa em cadeira de rodas que não consegue falar nem movimentar os braços e não demonstra reação aparente. Segundo o relato sobre as imagens, a filha teria escolhido e digitado os números correspondentes a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de gravar o momento da votação na urna. A Resolução TSE nº 23.751/2026 permite que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida recebam auxílio de alguém de confiança para votar, inclusive para digitar os números, desde que o presidente da mesa autorize e as regras sejam cumpridas. No entanto, o auxílio físico não permite que o acompanhante substitua a vontade do eleitor. Diante da ausência de reação aparente da idosa, fica a dúvida sobre como sua preferência foi identificada. O artigo 137 da mesma resolução proíbe a entrada na cabine com celular ou câmera capaz de registrar a escolha. O artigo 312 do Código Eleitoral prevê detenção de até dois anos para quem violar o sigilo do voto. O caso levanta questionamentos que precisam ser esclarecidos: a entrada da acompanhante foi autorizada pelos mesários? Como a vontade da eleitora foi identificada? A gravação violou o sigilo eleitoral? Até o momento, não há confirmação independente sobre a data exata da gravação nem esclarecimentos oficiais. #tiktok

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