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37 dragas de garimpo destruídas no rio Madeira em 4 dias. Cada uma vale, em média, mais de R$ 4 milhões, segundo a Polícia Federal. E, segundo a própria PF, ninguém foi preso. O que aconteceu: em 27 de outubro, na primeira fase da Operação Nêmesis, a PF e o Ibama inutilizaram 72 barcos e equipamentos em Porto Velho (RO), 17 deles dragas. Em 30 de outubro, na segunda fase, mais 20 dragas, acima da usina de Jirau. Por que destruir: segundo a PF, não tinha como rebocar nem onde guardar. O Decreto 6.514/2008, artigo 111, permite inutilizar quando a remoção é inviável. O mercúrio foi retirado antes. Por que importa: o garimpo usa mercúrio pra separar o ouro. Esse mercúrio vai pro rio, se acumula nos peixes e chega em quem vive do rio. O outro lado: o senador eleito Fernando Máximo, de Rondônia, chamou a ação de arbitrariedade. Ele diz que famílias perderam o patrimônio, que a maioria tinha documento, e defende levar as dragas pro porto e doar. A PF afirma que só atingiu pontos sem permissão e sem licença, conferidos com a Agência Nacional de Mineração. O achado: imagens de satélite mostram as dragas no mesmo trecho desde abril de 2025, segundo a PF. Num levantamento do Pauta com 7 matérias de 4 veículos sobre a operação, só as duas do g1 contaram que ninguém foi preso, informação da PF ao g1. Os comunicados da PF não falam em prisão. A PF diz que ainda procura quem financia, quem vende o mercúrio e quem compra o ouro. Destruir a draga sem prender ninguém resolve? Sim ou não? Comenta aqui. Fontes: Polícia Federal (gov.br, 27/10/2026 e 30/10/2026); g1 (27/10/2026 e 30/10/2026); CNN Brasil (27/10/2026); Rondoniagora (30/10/2026 e 31/10/2026); NCNews (30/10/2026); Informa Rondônia (31/10/2026); Notícias Tudo Aqui (01/11/2026); Decreto 6.514/2008, art. 111; Decreto 9.470/2018 (Convenção de Minamata). Contagem de posts no X, 29/10 a 01/11/2026. Levantamento do Pauta, 01/11/2026. Fotos: Divulgação/Polícia Federal (operação no rio Madeira, 27 e 30/10/2026); Fernando Máximo, Câmara dos Deputados (CC BY 3.0, Wikimedia Commons). Nenhuma imagem gerada por IA.
37 dragas de garimpo destruídas no rio Madeira em 4 dias. Cada uma vale, em média, mais de R$ 4 milhões, segundo a Polícia Federal. E, segundo a própria PF, ninguém foi preso. O que aconteceu: em 27 de outubro, na primeira fase da Operação Nêmesis, a PF e o Ibama inutilizaram 72 barcos e equipamentos em Porto Velho (RO), 17 deles dragas. Em 30 de outubro, na segunda fase, mais 20 dragas, acima da usina de Jirau. Por que destruir: segundo a PF, não tinha como rebocar nem onde guardar. O Decreto 6.514/2008, artigo 111, permite inutilizar quando a remoção é inviável. O mercúrio foi retirado antes. Por que importa: o garimpo usa mercúrio pra separar o ouro. Esse mercúrio vai pro rio, se acumula nos peixes e chega em quem vive do rio. O outro lado: o senador eleito Fernando Máximo, de Rondônia, chamou a ação de arbitrariedade. Ele diz que famílias perderam o patrimônio, que a maioria tinha documento, e defende levar as dragas pro porto e doar. A PF afirma que só atingiu pontos sem permissão e sem licença, conferidos com a Agência Nacional de Mineração. O achado: imagens de satélite mostram as dragas no mesmo trecho desde abril de 2025, segundo a PF. Num levantamento do Pauta com 7 matérias de 4 veículos sobre a operação, só as duas do g1 contaram que ninguém foi preso, informação da PF ao g1. Os comunicados da PF não falam em prisão. A PF diz que ainda procura quem financia, quem vende o mercúrio e quem compra o ouro. Destruir a draga sem prender ninguém resolve? Sim ou não? Comenta aqui. Fontes: Polícia Federal (gov.br, 27/10/2026 e 30/10/2026); g1 (27/10/2026 e 30/10/2026); CNN Brasil (27/10/2026); Rondoniagora (30/10/2026 e 31/10/2026); NCNews (30/10/2026); Informa Rondônia (31/10/2026); Notícias Tudo Aqui (01/11/2026); Decreto 6.514/2008, art. 111; Decreto 9.470/2018 (Convenção de Minamata). Contagem de posts no X, 29/10 a 01/11/2026. Levantamento do Pauta, 01/11/2026. Fotos: Divulgação/Polícia Federal (operação no rio Madeira, 27 e 30/10/2026); Fernando Máximo, Câmara dos Deputados (CC BY 3.0, Wikimedia Commons). Nenhuma imagem gerada por IA.

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