@lezzzzbehonest0: #soulmate #loml #relationships #cheaters #liars

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Tuesday 03 November 2026 19:48:31 GMT
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cecilioo33
CeciliooO :
I wasn’t having a bad day, but I still appreciate it 😂
2026-11-03 22:03:53
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bilagaanahastiin
tony :
thanks! lol
2026-11-03 21:49:00
0
theaquarius31
Jess THE Aquarius ♒️🌈 :
I can't stand a cheater.
2026-11-03 20:03:15
1
lil.mentos4
lil mentos :
😂😂😂
2026-11-03 21:03:28
1
dinamarie0831
dinamarie0831 :
💯
2026-11-03 21:57:09
0
mizzloreluv
✨☀️🌙 Lore ☀️🌙✨ :
@Vicky Meche Stelly….bless your heart 😙💨💋
2026-11-03 21:30:11
0
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É fácil julgar uma escolha quando você nunca precisou escolher entre as mesmas opções. Olhamos para a vida do outro a partir da nossa realidade, dos nossos recursos, da nossa história e do que sabemos hoje. E, desse lugar, algumas decisões realmente parecem óbvias: “era só ter ido embora”, “era só ter dito não”, “era só ter feito diferente”. Mas esse “era só” quase sempre ignora tudo o que não conseguimos enxergar. As pessoas não tomam decisões apenas com base no que seria ideal. Elas decidem a partir das possibilidades que conseguem perceber naquele momento, dos recursos emocionais que possuem, dos medos que carregam e das condições concretas em que estão inseridas. Às vezes, aquilo que parece uma escolha ruim para quem está de fora foi a melhor resposta que aquela pessoa conseguiu construir com o que tinha disponível. Isso não significa que toda atitude precisa ser aceita ou justificada. Compreender não é passar pano. Responsabilizar alguém por suas escolhas é diferente de reduzir toda a sua história a elas. Talvez uma das formas mais maduras de olhar para o outro seja trocar a pergunta: “Como alguém consegue fazer isso?” por: “O que essa pessoa estava vivendo para que essa escolha fizesse sentido para ela?” Porque quando conhecemos apenas a decisão, conhecemos apenas o final de um processo que começou muito antes. E julgar alguém sem conhecer suas possibilidades é comparar a realidade dela com os recursos que pertencem à nossa.
É fácil julgar uma escolha quando você nunca precisou escolher entre as mesmas opções. Olhamos para a vida do outro a partir da nossa realidade, dos nossos recursos, da nossa história e do que sabemos hoje. E, desse lugar, algumas decisões realmente parecem óbvias: “era só ter ido embora”, “era só ter dito não”, “era só ter feito diferente”. Mas esse “era só” quase sempre ignora tudo o que não conseguimos enxergar. As pessoas não tomam decisões apenas com base no que seria ideal. Elas decidem a partir das possibilidades que conseguem perceber naquele momento, dos recursos emocionais que possuem, dos medos que carregam e das condições concretas em que estão inseridas. Às vezes, aquilo que parece uma escolha ruim para quem está de fora foi a melhor resposta que aquela pessoa conseguiu construir com o que tinha disponível. Isso não significa que toda atitude precisa ser aceita ou justificada. Compreender não é passar pano. Responsabilizar alguém por suas escolhas é diferente de reduzir toda a sua história a elas. Talvez uma das formas mais maduras de olhar para o outro seja trocar a pergunta: “Como alguém consegue fazer isso?” por: “O que essa pessoa estava vivendo para que essa escolha fizesse sentido para ela?” Porque quando conhecemos apenas a decisão, conhecemos apenas o final de um processo que começou muito antes. E julgar alguém sem conhecer suas possibilidades é comparar a realidade dela com os recursos que pertencem à nossa.

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