@bbcsport: Scenes 🤯 Matheus Cunha went straight to the stands to celebrate with the Man Utd fans after his winner 🤝 The Brazilian scored two goals in three minutes to turn it around for Man Utd 😮 #MUFC #Cunha #UCL #ManUtd

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Tuesday 03 November 2026 23:03:39 GMT
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tornado3276
tornado3276 :
Don’t mind me passing by
2026-11-04 00:32:51
11
unrulyarthurchroniclez
Unruly Arthur Chronicles :
that's the Manchester united I want.they can do it again and again
2026-11-03 23:11:19
22
itsdavz
Davz :
The comeback begins 🤪
2026-11-03 23:07:31
24
nakalema239
nakalema239 :
Psg won also and Barcelona but ur busy Post United 😂😂😂
2026-11-03 23:23:16
4
mesizaki1219gmail.com
Mesii :
why they celebrate like they win PL😑
2026-11-04 09:09:29
0
neshfx1
Kris munene🔥 :
finally
2026-11-04 11:17:05
0
tulubuli
Ali :
The start
2026-11-04 08:27:16
0
trajan.99s
Trajan🤟 :
Cuhna loves this club man
2026-11-03 23:33:38
3
jjkinge24
JJKingE24 :
turned of the game and seen this
2026-11-03 23:05:35
3
zach201122
Some Random Duck™ :
First to this masterpiece
2026-11-03 23:07:04
1
boqrada06
N🌸🥀 :
Kings of comeback [Fire][Fire][Fire]
2026-11-03 23:32:52
2
owox878
jona7 :
bring Bayern,psg.we are back
2026-11-03 23:26:13
1
user6242829265
UD :
2026-11-03 23:07:51
0
dylanogjs
DylanSol :
GGMU❤️❤️❤️
2026-11-03 23:06:16
0
jwilaw
JWaW :
Finally
2026-11-03 23:15:16
0
grambo.7
Grambo :
👏👏🙏🏻🙏🏻
2026-11-04 00:13:05
0
champion1man
champion zulka 💯💪💪💯 :
🥰🥰🥰
2026-11-03 23:20:42
0
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É fácil julgar uma escolha quando você nunca precisou escolher entre as mesmas opções. Olhamos para a vida do outro a partir da nossa realidade, dos nossos recursos, da nossa história e do que sabemos hoje. E, desse lugar, algumas decisões realmente parecem óbvias: “era só ter ido embora”, “era só ter dito não”, “era só ter feito diferente”. Mas esse “era só” quase sempre ignora tudo o que não conseguimos enxergar. As pessoas não tomam decisões apenas com base no que seria ideal. Elas decidem a partir das possibilidades que conseguem perceber naquele momento, dos recursos emocionais que possuem, dos medos que carregam e das condições concretas em que estão inseridas. Às vezes, aquilo que parece uma escolha ruim para quem está de fora foi a melhor resposta que aquela pessoa conseguiu construir com o que tinha disponível. Isso não significa que toda atitude precisa ser aceita ou justificada. Compreender não é passar pano. Responsabilizar alguém por suas escolhas é diferente de reduzir toda a sua história a elas. Talvez uma das formas mais maduras de olhar para o outro seja trocar a pergunta: “Como alguém consegue fazer isso?” por: “O que essa pessoa estava vivendo para que essa escolha fizesse sentido para ela?” Porque quando conhecemos apenas a decisão, conhecemos apenas o final de um processo que começou muito antes. E julgar alguém sem conhecer suas possibilidades é comparar a realidade dela com os recursos que pertencem à nossa.
É fácil julgar uma escolha quando você nunca precisou escolher entre as mesmas opções. Olhamos para a vida do outro a partir da nossa realidade, dos nossos recursos, da nossa história e do que sabemos hoje. E, desse lugar, algumas decisões realmente parecem óbvias: “era só ter ido embora”, “era só ter dito não”, “era só ter feito diferente”. Mas esse “era só” quase sempre ignora tudo o que não conseguimos enxergar. As pessoas não tomam decisões apenas com base no que seria ideal. Elas decidem a partir das possibilidades que conseguem perceber naquele momento, dos recursos emocionais que possuem, dos medos que carregam e das condições concretas em que estão inseridas. Às vezes, aquilo que parece uma escolha ruim para quem está de fora foi a melhor resposta que aquela pessoa conseguiu construir com o que tinha disponível. Isso não significa que toda atitude precisa ser aceita ou justificada. Compreender não é passar pano. Responsabilizar alguém por suas escolhas é diferente de reduzir toda a sua história a elas. Talvez uma das formas mais maduras de olhar para o outro seja trocar a pergunta: “Como alguém consegue fazer isso?” por: “O que essa pessoa estava vivendo para que essa escolha fizesse sentido para ela?” Porque quando conhecemos apenas a decisão, conhecemos apenas o final de um processo que começou muito antes. E julgar alguém sem conhecer suas possibilidades é comparar a realidade dela com os recursos que pertencem à nossa.

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