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bimalshrestha286
Bimal shrestha :
happy tihaaaar
2026-11-05 06:12:51
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ritika_a01
riri🦭 :
happy tiharrrrrrr😍😍😍👅👅
2026-11-04 13:01:26
0
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Enquanto Rafael Fonteles (PT) aparece entre os cotados para o Ministério da Fazenda, um acordo tributário envolvendo empresas ligadas à sua família merece atenção. O Grupo Educacional CEV, hoje Colégio Kennedy, negociou, em maio de 2025, durante o governo Lula, um passivo de aproximadamente R$ 140 milhões com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Segundo reportagem de O Brasilianista, a negociação reduziu o montante a pagar para cerca de R$ 50 milhões, combinando descontos e utilização de créditos tributários. O termo publicado pela própria PGFN confirma descontos sobre multas, juros e encargos, além da autorização para utilizar até R$ 24,9 milhões em créditos fiscais. O saldo foi parcelado em 60 prestações para débitos previdenciários e 145 para os demais. Portanto, o acordo estabeleceu obrigações de pagamento por vários anos; o saldo atualizado e o cumprimento das parcelas precisam ser verificados. As empresas envolvidas têm ligação com a família do governador, que também participou do empreendimento antes de se afastar, conforme a reportagem. A eventual chegada de Rafael à Fazenda colocaria sob sua esfera ministerial o órgão responsável pelo acordo tributário do grupo. É uma circunstância que exige transparência sobre os benefícios concedidos e o tratamento de possíveis conflitos de interesses. Até aqui, a ida ao ministério é uma possibilidade, sem nomeação confirmada. Em declaração noticiada em 2 de novembro, Rafael negou ter discutido a hipótese com Lula. A questão que fica é: se uma dívida de R$ 140 milhões foi reduzida para cerca de R$ 50 milhões, que tipo de negociação poderá surgir se Rafael Fonteles chegar ao comando do Ministério da Fazenda?
Enquanto Rafael Fonteles (PT) aparece entre os cotados para o Ministério da Fazenda, um acordo tributário envolvendo empresas ligadas à sua família merece atenção. O Grupo Educacional CEV, hoje Colégio Kennedy, negociou, em maio de 2025, durante o governo Lula, um passivo de aproximadamente R$ 140 milhões com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Segundo reportagem de O Brasilianista, a negociação reduziu o montante a pagar para cerca de R$ 50 milhões, combinando descontos e utilização de créditos tributários. O termo publicado pela própria PGFN confirma descontos sobre multas, juros e encargos, além da autorização para utilizar até R$ 24,9 milhões em créditos fiscais. O saldo foi parcelado em 60 prestações para débitos previdenciários e 145 para os demais. Portanto, o acordo estabeleceu obrigações de pagamento por vários anos; o saldo atualizado e o cumprimento das parcelas precisam ser verificados. As empresas envolvidas têm ligação com a família do governador, que também participou do empreendimento antes de se afastar, conforme a reportagem. A eventual chegada de Rafael à Fazenda colocaria sob sua esfera ministerial o órgão responsável pelo acordo tributário do grupo. É uma circunstância que exige transparência sobre os benefícios concedidos e o tratamento de possíveis conflitos de interesses. Até aqui, a ida ao ministério é uma possibilidade, sem nomeação confirmada. Em declaração noticiada em 2 de novembro, Rafael negou ter discutido a hipótese com Lula. A questão que fica é: se uma dívida de R$ 140 milhões foi reduzida para cerca de R$ 50 milhões, que tipo de negociação poderá surgir se Rafael Fonteles chegar ao comando do Ministério da Fazenda?

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