@ameliabfitx: current quads and calves routine!

amelia
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Monday 21 July 2025 00:59:57 GMT
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robertobezerra3077
Beto Souza :
Beautiful 🥰🥰🥰
2025-07-21 01:31:45
2
affordabletrailerrepair
Deharo fam :
2025-07-22 22:51:47
0
titomelgarejobalt4
tito :
❤️❤️
2025-07-21 03:44:12
1
bram7537
Bram :
😁
2025-07-27 21:55:29
0
rahim.ra.sahk
Rahim ra Sahk :
🥰
2025-12-15 17:44:58
0
rahim.ra.sahk
Rahim ra Sahk :
😁
2025-12-15 17:44:58
0
edwinvicentevicen
edwinvicentevicen :
💕
2025-07-22 03:58:40
0
velasquezgeovanny149gma0
velasquezgeovanny149gma0 :
🥰
2025-07-25 13:28:41
0
vijayanraju4
.cVijayan :
🌹🌹🌹🌹👌👌👍👍👍
2025-07-21 06:34:45
0
jeffgoff45
Jeff Goff :
😲😲
2025-07-23 22:56:37
0
juninhok06
junin :
😘😘😘😘😘
2025-07-21 01:39:17
1
user5147753498039
maicol :
🌹🌹🌹😍😍😍
2025-07-27 23:06:26
0
giwimoir
gino wilson mondrago :
😍
2025-07-22 22:46:05
0
incek_pataiii1627
Incek Pataiii😎 :
💋
2025-07-25 03:24:07
0
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tem uma camada nessa treta do flávio josé que ninguém comenta, e ela não é sobre cachê. é sobre o que o mercado decide que merece o palco principal. em 1947, dois filósofos alemães, theodor adorno e max horkheimer, escreveram sobre o que chamaram de indústria cultural. a ideia é simples e incômoda. quando a cultura vira mercadoria, o que vende mais é o que se repete mais. o padronizado escala. o específico, o regional, o que tem sotaque e raiz, não cabe na fôrma. então é empurrado pra margem. o forró raiz é específico demais pra essa lógica. ele tem chão, tem lugar, tem dendê. o sertanejo comercial é desenhado pra caber em qualquer rádio do brasil, do oiapoque ao chuí. um é de algum lugar. o outro é de lugar nenhum, de propósito. quando um produtor contrata por audiência garantida e não por pertencimento, ele não tá sendo mau. tá sendo coerente com a régua do mercado. a régua é que tá torta. ela mede alcance, não pede licença pra raiz. e foi assim que uma festa que nasceu do forró passou a pagar três vezes mais pra quem nunca foi do forró. o que acontece com a cultura acontece com a sua marca. a lógica que apaga o regional na vitrine nacional é a mesma que te convence a esconder seu sotaque pra parecer com o de fora. parece mais seguro. mas o que escala fácil também se substitui fácil. quem é de lugar nenhum é trocado por qualquer um. a bahia me ensinou isso antes de qualquer livro. o que é nosso não precisa caber na fôrma dos outros pra valer. precisa de gente que tenha coragem de não diluir. se esse assunto te pega, aqui no perfil eu falo bastante sobre raiz, posicionamento e coerência. é o fio de quase tudo que eu escrevo. então me responde, sem fugir. você constrói sua marca pra dentro, na sua origem? ou pra fora, na sombra de quem você admira? #forró #sãojoão #posicionamento #analise #flaviojose
tem uma camada nessa treta do flávio josé que ninguém comenta, e ela não é sobre cachê. é sobre o que o mercado decide que merece o palco principal. em 1947, dois filósofos alemães, theodor adorno e max horkheimer, escreveram sobre o que chamaram de indústria cultural. a ideia é simples e incômoda. quando a cultura vira mercadoria, o que vende mais é o que se repete mais. o padronizado escala. o específico, o regional, o que tem sotaque e raiz, não cabe na fôrma. então é empurrado pra margem. o forró raiz é específico demais pra essa lógica. ele tem chão, tem lugar, tem dendê. o sertanejo comercial é desenhado pra caber em qualquer rádio do brasil, do oiapoque ao chuí. um é de algum lugar. o outro é de lugar nenhum, de propósito. quando um produtor contrata por audiência garantida e não por pertencimento, ele não tá sendo mau. tá sendo coerente com a régua do mercado. a régua é que tá torta. ela mede alcance, não pede licença pra raiz. e foi assim que uma festa que nasceu do forró passou a pagar três vezes mais pra quem nunca foi do forró. o que acontece com a cultura acontece com a sua marca. a lógica que apaga o regional na vitrine nacional é a mesma que te convence a esconder seu sotaque pra parecer com o de fora. parece mais seguro. mas o que escala fácil também se substitui fácil. quem é de lugar nenhum é trocado por qualquer um. a bahia me ensinou isso antes de qualquer livro. o que é nosso não precisa caber na fôrma dos outros pra valer. precisa de gente que tenha coragem de não diluir. se esse assunto te pega, aqui no perfil eu falo bastante sobre raiz, posicionamento e coerência. é o fio de quase tudo que eu escrevo. então me responde, sem fugir. você constrói sua marca pra dentro, na sua origem? ou pra fora, na sombra de quem você admira? #forró #sãojoão #posicionamento #analise #flaviojose

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