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Comments

iamtheluminous
iamtheluminous :
sebab dia kata "awak jgn semua benda nak story boleh tak?". ya Allah 😭
2026-02-23 04:57:15
119
shahidahida5
Shahida Hida :
Sebab pernah disituasi kita beria bercerita sekali dia potong dengan cerita diaa dan cerita kita terhenti disitu tanpa disebut atau ditanya semula. Nampak sangat dia tak berminat kan 😊 kita pulaa dengar cerita dia dengan penuh fokus
2026-02-24 06:30:43
27
fatinhazirahh
hazirah :
Kadang respond yang buat rasa mcm takyah cerita lebih baik 🙂‍↕️
2026-02-24 06:51:44
60
syu4538
IkhwanaSyuhada :
Kalau tiba tiba kita hilang perasaan nak bercerita macam mana
2026-02-24 09:27:00
11
icaaaaajerrr_____
I C A 🦟 :
kalau respon " oh , ok " " yeke , ok " ... last2 muak jugak nk cerita 😅😅 baik ak diam .
2026-02-27 19:16:55
3
atirah_yah
atirah_yah :
sekali bercerita.. orang kata mengemis simpati.🥺
2026-02-25 09:52:38
4
4hyziee
azqs :
2026-02-25 12:56:57
1
laykaaaaa_heee
L.vndaaaa 💐 :
Silent repost ;)
2026-02-25 08:48:10
1
cek_taring
𝓢𝓗𝓐𝓕𝓘𝓚𝓐 🐣🕊️ :
Masa first kenal tak berani nak cerita sebab dia jenis cam serius .. lama lama sikit baru Berani ngadu itu ini .. nasib laa dia accept dengan kerenah ngadu kita 😂
2026-02-24 04:35:06
5
cikninee_
cikninee_ :
Aku cerita panjang lebar dia cuma reply yeke ouh 😔
2026-02-24 06:03:30
8
ecahhh4life
ecahhh4life :
Alhamdulillah Allah hadirkan kawan ii menjadi tempat mencerita, kadang ii terfikir yang kawan lebih tahu kisah kita berbanding keluarga ❤️😌
2026-02-23 14:59:00
9
syj_njw
syj_njw. :
sebb dia kata " nanti sibuk mengadu sakit, yg tu nanti ii lah cerita😌 "
2026-02-24 03:08:44
4
usernotttfound60
Nad :
Ye do😭 tapi aku terpaksa diam sebab tiada yg beria mendengar
2026-02-24 18:16:43
3
flwrgee
qhan. :
"ohh, faham" lepastu how aku nak sambung? 😌
2026-02-25 03:37:11
1
anakayah0509
￴ ￴ ￴ ￴ ￴￴ ￴ ￴￴￴ ￴ ￴ ￴￴￴￴￴￴￴ :
Kucing aku jatuhkan pasu dpn ruma pn aku cerita dkt laki aku 😂
2026-02-24 04:12:34
3
farahatieykah
𝓕𝓪𝓻𝓪𝓱 𝓐𝓽𝓲𝓴𝓪𝓱 :
“Saya serabut laaa dengar awak nangis” Dan sejak hari itu saya berlalu pergi tanpa sepatah kata
2026-02-26 22:11:13
1
imeldaaa999
🦢 ⋆. 𐙚𝓘𝓶𝓮𝓵𝓭𝓪 ★˚˖𓍢ִ ⋆. :
2026-03-02 17:03:57
1
leanisasky
moonliany :
dengan gf sembang 30 minit pun dah letih mengantuk dengan member lepak sampai subuh pun boleh . dahla pagi kita tengah stres kerja ,malam nak bersembang tak ada nak bercerita, tak tanya pun harini kerja macam mana .lagi penting main game. tak salah pun tapi tulah terasa.
2026-04-26 16:43:15
1
danialrizqi18
⊘ :
Hmmmm 🥹 Hug dari jauh sis 🫂
2026-02-22 21:57:19
4
annhanim7
ann🌹 :
xde respon, rasa org da x suka, rasa mcm xpe la citer sy tak menarik, rasa mcm xpela xkan ini pun nk mengadu..
2026-02-25 06:43:50
2
anisio98.laoshi
Anis | Jom belajar mandarin 😉 :
kadang diam lebih baik kot kadang bercerita sebab nk positive feedback je . Btw ada yg nak belajar Mandarin. Kelas fully sponsored 2JAM (RM0) untuk DEWASA BEKERJA. Nota disediakan & limited slot. Komen nak 🙌
2026-02-25 02:12:28
1
nrhdytl2002
mimi :
Tak ingin meluah baik diam dri bercerita😌😌😌
2026-02-22 12:12:05
2
saleha.adenan
saleha.adenan :
Betul😊
2026-02-23 17:36:57
1
marzz_nia
marzz_nia :
“Aku xmau dengaq apa pasal hg”😌
2026-03-08 07:46:45
0
zatyzamzury
keownnnnn :
hmmmmmmmmm 🥲🥲🥲🥲
2026-02-24 02:07:11
0
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Quando o Sebá demonstrou que gostava, também, de “coisas de menina”, a Mari (@agoratavalendo) fez um acordo com ela mesma: não iria criar “um menino” ou “uma menina”, ela queria criar crianças. Crianças de verdade, com direito a brincar, testar, mudar de ideia, se encantar e se expressar. Foi assim que Sebastião fez a Mari enxergar uma infância sem rótulos. Um menino que gostava do que o irmão mais velho não gostava, que quis brincar com uma Barbie, que se apaixonou pela ‘Frozen’. E, aos poucos, Mari percebeu que o desafio não era entender o filho, mas enfrentar o mundo tentando reduzir uma criança a uma regra de gênero. Em casa, ela ouviu frases que parecem “preocupação”, mas vêm carregadas de controle e, por um tempo, ela cedeu aqui e ali, porque estava na casa dos pais. Tirava a boneca, fazia com que ele agisse “como um menino”. Até que um dia o próprio Sebastião mostrou o tamanho do estrago: ele disse que queria ser uma menina, só para poder usar a fantasia sem ser julgado. Ali, Mari entendeu que não não era uma questão de gênero, mas de diversão e, por isso, não dava mais para negociar a alegria do filho.  Ela decidiu que, dali para frente, brinquedo e roupa seriam apenas isso: brinquedo e roupa. Sem rótulos. E fez o que muita gente tenta evitar: bancou a escolha em voz alta para a família, para a escola e para a internet. Com o tempo, Sebastião ganhou uma coisa que não tem preço: segurança para se nomear. “Eu sou um menino que gosta disso.”  E com a felicidade do filho, a Mari entendeu que quando uma criança é acolhida, ela não precisa se esconder. Ela só precisa ser criança. Assista à história completa em historiasdeterapia.com
Quando o Sebá demonstrou que gostava, também, de “coisas de menina”, a Mari (@agoratavalendo) fez um acordo com ela mesma: não iria criar “um menino” ou “uma menina”, ela queria criar crianças. Crianças de verdade, com direito a brincar, testar, mudar de ideia, se encantar e se expressar. Foi assim que Sebastião fez a Mari enxergar uma infância sem rótulos. Um menino que gostava do que o irmão mais velho não gostava, que quis brincar com uma Barbie, que se apaixonou pela ‘Frozen’. E, aos poucos, Mari percebeu que o desafio não era entender o filho, mas enfrentar o mundo tentando reduzir uma criança a uma regra de gênero. Em casa, ela ouviu frases que parecem “preocupação”, mas vêm carregadas de controle e, por um tempo, ela cedeu aqui e ali, porque estava na casa dos pais. Tirava a boneca, fazia com que ele agisse “como um menino”. Até que um dia o próprio Sebastião mostrou o tamanho do estrago: ele disse que queria ser uma menina, só para poder usar a fantasia sem ser julgado. Ali, Mari entendeu que não não era uma questão de gênero, mas de diversão e, por isso, não dava mais para negociar a alegria do filho. Ela decidiu que, dali para frente, brinquedo e roupa seriam apenas isso: brinquedo e roupa. Sem rótulos. E fez o que muita gente tenta evitar: bancou a escolha em voz alta para a família, para a escola e para a internet. Com o tempo, Sebastião ganhou uma coisa que não tem preço: segurança para se nomear. “Eu sou um menino que gosta disso.” E com a felicidade do filho, a Mari entendeu que quando uma criança é acolhida, ela não precisa se esconder. Ela só precisa ser criança. Assista à história completa em historiasdeterapia.com

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