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Comments

benedita.rosa948
Benedita Rosa :
amém senhor Jesus Cristo amem
2026-06-21 00:15:33
1
goiano5582
goiano :
amém meu pai 🙏
2026-06-20 17:23:11
1
marco.antonio4945
Marco Antonio :
amém meu Deus
2026-06-20 09:43:57
1
andreasantanna523
andreasantanna523 :
amém 🙏
2026-06-20 13:36:07
1
jariasabino
Jaria Sabino :
boa noite 🌃🌃🌃
2026-06-20 22:10:03
1
ito6569
Itão :
Amem 🙏
2026-06-18 13:10:00
1
elietesoares237
Eliete :
amém por nós 🙏🙏
2026-06-18 15:29:33
1
cirley712
Cirley :
Amém amém amém amém 🙏 graças a deus gratidão sabor
2026-06-18 14:51:19
1
railtonluis2
GAMA VASCO :
Amém Assim 🙏🙏🙏
2026-06-22 08:17:11
0
francisco.charles72
francisco charles :
amém
2026-06-16 12:56:05
1
claricemarques508
Clarice Marques :
BOM DIA
2026-06-16 12:05:46
1
user1980544533
Francisca Silva :
amém senhor 🙏🙏 🙏 🙏
2026-06-20 13:06:42
1
na07824
na :
amém amém amém 🙏🙏🙏🙏🙏
2026-06-20 07:59:59
1
predador.2527
Predador :
amém
2026-06-19 11:52:27
0
antoniobarbosad17
antoniobarbosad17 :
Gratidão meu Senhor DEUS, olhae por aqueles que passam por dificuldades em todo o seu universo🙏😥
2026-06-19 08:10:10
0
andr.mendona25
André Mendonça :
amém
2026-06-19 08:26:33
0
francinaldooliv482
Francinaldo :
amém
2026-06-16 08:44:01
0
user1101619359277
user1101619359277 :
amém senhor Deus Aparecida 🙏🙏🙏🙏🙏
2026-06-19 12:42:23
0
josilva52855
josilva52855 :
AMÉM
2026-06-21 09:34:45
1
waltercarlos970
CARLOS @usR4098124991454 :
amém
2026-06-17 06:32:25
1
jose.tenorio.do.n
Jose Tenorio do Nascimento :
2026-06-16 14:26:17
1
edmilsonlira356
Edmilson Lira :
amém
2026-06-18 22:13:07
0
lafayetesilva821
Lafayete Silva :
Amem
2026-06-16 08:59:04
1
erenice.silva231
Erenice Silva :
Amem. Amém
2026-06-18 21:17:56
0
magrao59426
magrao :
amém obrigado Deus bom dia deus
2026-06-16 08:52:42
0
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Quando o Sebá demonstrou que gostava, também, de “coisas de menina”, a Mari (@agoratavalendo) fez um acordo com ela mesma: não iria criar “um menino” ou “uma menina”, ela queria criar crianças. Crianças de verdade, com direito a brincar, testar, mudar de ideia, se encantar e se expressar. Foi assim que Sebastião fez a Mari enxergar uma infância sem rótulos. Um menino que gostava do que o irmão mais velho não gostava, que quis brincar com uma Barbie, que se apaixonou pela ‘Frozen’. E, aos poucos, Mari percebeu que o desafio não era entender o filho, mas enfrentar o mundo tentando reduzir uma criança a uma regra de gênero. Em casa, ela ouviu frases que parecem “preocupação”, mas vêm carregadas de controle e, por um tempo, ela cedeu aqui e ali, porque estava na casa dos pais. Tirava a boneca, fazia com que ele agisse “como um menino”. Até que um dia o próprio Sebastião mostrou o tamanho do estrago: ele disse que queria ser uma menina, só para poder usar a fantasia sem ser julgado. Ali, Mari entendeu que não não era uma questão de gênero, mas de diversão e, por isso, não dava mais para negociar a alegria do filho.  Ela decidiu que, dali para frente, brinquedo e roupa seriam apenas isso: brinquedo e roupa. Sem rótulos. E fez o que muita gente tenta evitar: bancou a escolha em voz alta para a família, para a escola e para a internet. Com o tempo, Sebastião ganhou uma coisa que não tem preço: segurança para se nomear. “Eu sou um menino que gosta disso.”  E com a felicidade do filho, a Mari entendeu que quando uma criança é acolhida, ela não precisa se esconder. Ela só precisa ser criança. Assista à história completa em historiasdeterapia.com
Quando o Sebá demonstrou que gostava, também, de “coisas de menina”, a Mari (@agoratavalendo) fez um acordo com ela mesma: não iria criar “um menino” ou “uma menina”, ela queria criar crianças. Crianças de verdade, com direito a brincar, testar, mudar de ideia, se encantar e se expressar. Foi assim que Sebastião fez a Mari enxergar uma infância sem rótulos. Um menino que gostava do que o irmão mais velho não gostava, que quis brincar com uma Barbie, que se apaixonou pela ‘Frozen’. E, aos poucos, Mari percebeu que o desafio não era entender o filho, mas enfrentar o mundo tentando reduzir uma criança a uma regra de gênero. Em casa, ela ouviu frases que parecem “preocupação”, mas vêm carregadas de controle e, por um tempo, ela cedeu aqui e ali, porque estava na casa dos pais. Tirava a boneca, fazia com que ele agisse “como um menino”. Até que um dia o próprio Sebastião mostrou o tamanho do estrago: ele disse que queria ser uma menina, só para poder usar a fantasia sem ser julgado. Ali, Mari entendeu que não não era uma questão de gênero, mas de diversão e, por isso, não dava mais para negociar a alegria do filho. Ela decidiu que, dali para frente, brinquedo e roupa seriam apenas isso: brinquedo e roupa. Sem rótulos. E fez o que muita gente tenta evitar: bancou a escolha em voz alta para a família, para a escola e para a internet. Com o tempo, Sebastião ganhou uma coisa que não tem preço: segurança para se nomear. “Eu sou um menino que gosta disso.” E com a felicidade do filho, a Mari entendeu que quando uma criança é acolhida, ela não precisa se esconder. Ela só precisa ser criança. Assista à história completa em historiasdeterapia.com

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