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frankliquider
Frank :
Fibonacci setting not visible
2026-06-23 15:52:38
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sirus_click
sirus :
😳😳😳
2026-06-23 15:36:57
0
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O ministro #GilmarMendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), adotou um tom crítico em relação à atuação do ministro André #Mendonça, relator caso #Master na Corte. Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (22/6), o decano ressaltou que o relator não tem — e não deve ter — papel decisivo na condução de acordos de delação premiada, cabendo-lhe apenas homologar ou rejeitar os termos negociados. Ao comentar o caso, o magistrado afirmou que considera difícil a condução do caso Master e classificou como uma possível irregularidade a participação de Mendonça em conversas relacionadas a uma proposta de delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. “Na conversa que nós tivemos, por exemplo, André Mendonça disse que tinha recebido um advogado fazendo proposta de delação seletiva. E aqui já há uma impropriedade, porque a lei não permite que o relator participe, ou que o juiz participe, da delação”, declarou. “O acordo é entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o delator, então aqui já há um erro crasso: se tá participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo, isso tem algo de errado.” Até o momento, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República já rejeitaram duas propostas de delação premiada de Daniel Vorcaro. O entendimento é de que não há elemento novo no que foi proposto pelo banqueiro. Durante a entrevista, Gilmar Mendes ainda demonstrou ceticismo em relação ao modelo de delação premiada adotado no Brasil. “Eu, na verdade, devo dizer a vocês que tenho dúvidas se o modelo que nós importamos, que tem base na prática americana,  vai se dar bem nos trópicos. Tenho dúvidas de se temos cultura para esse tipo de prática”, afirmou. Segundo o ministro, o país ainda não desenvolveu uma cultura jurídica adequada para lidar com acordos de colaboração premiada. “Nós não temos doutrina consolidada sobre isso. Tanto é que há um grupo razoável de advogados que se recusa a trabalhar com a ideia da delação, considerando que, de fato, é uma advocacia não muito recomendável, porque você entra em outra perspectiva em termos ético-jurídicos”, disse. 🤳 TV Cultura
O ministro #GilmarMendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), adotou um tom crítico em relação à atuação do ministro André #Mendonça, relator caso #Master na Corte. Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (22/6), o decano ressaltou que o relator não tem — e não deve ter — papel decisivo na condução de acordos de delação premiada, cabendo-lhe apenas homologar ou rejeitar os termos negociados. Ao comentar o caso, o magistrado afirmou que considera difícil a condução do caso Master e classificou como uma possível irregularidade a participação de Mendonça em conversas relacionadas a uma proposta de delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. “Na conversa que nós tivemos, por exemplo, André Mendonça disse que tinha recebido um advogado fazendo proposta de delação seletiva. E aqui já há uma impropriedade, porque a lei não permite que o relator participe, ou que o juiz participe, da delação”, declarou. “O acordo é entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o delator, então aqui já há um erro crasso: se tá participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo, isso tem algo de errado.” Até o momento, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República já rejeitaram duas propostas de delação premiada de Daniel Vorcaro. O entendimento é de que não há elemento novo no que foi proposto pelo banqueiro. Durante a entrevista, Gilmar Mendes ainda demonstrou ceticismo em relação ao modelo de delação premiada adotado no Brasil. “Eu, na verdade, devo dizer a vocês que tenho dúvidas se o modelo que nós importamos, que tem base na prática americana, vai se dar bem nos trópicos. Tenho dúvidas de se temos cultura para esse tipo de prática”, afirmou. Segundo o ministro, o país ainda não desenvolveu uma cultura jurídica adequada para lidar com acordos de colaboração premiada. “Nós não temos doutrina consolidada sobre isso. Tanto é que há um grupo razoável de advogados que se recusa a trabalhar com a ideia da delação, considerando que, de fato, é uma advocacia não muito recomendável, porque você entra em outra perspectiva em termos ético-jurídicos”, disse. 🤳 TV Cultura

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