@a_ym302: #سيد_فاقد_الموسوي #حزين #fy #تصميم #حزينہ♬🥺💔

عليـﮯ♡
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Sunday 26 July 2026 09:55:01 GMT
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fhffhhff4
ازهر الجبوري :
ياحسين
2026-07-27 13:31:01
1
user751817168632749
وهم 🍂 :
يا حسين
2026-07-27 07:48:00
0
dysp38eh44sh
Sawsan :
ماجورين ان شاء الله
2026-07-27 23:29:26
0
user8487992803807
فوفو فوفو :
2026-07-27 19:10:08
0
cpo__hk0
بٰٰرَآئهٰہٰٖ آنہٰثہٰـئ “̯ 🐼 :
ياحسين
2026-07-27 19:55:15
0
user2668706536310
شمس 🙇‍♀️ :
ياحسين
2026-07-27 12:27:51
0
07721148619.tahaa
07721148619 Tahaa :
2026-07-28 08:19:39
0
no_rrnor2
نور✨ :
2026-07-27 10:58:58
0
muntadhar178
منتظر رياض السلطاني :
الروح فا الحسين ساكنها اما القلب العباس كافله 🥺🥀.
2026-07-26 21:20:05
0
currently078
||في انتِظـاࢪالقـائمُ☪︎. :
يا حسين
2026-07-27 11:52:10
0
dyq1c35grd6x
ياالله ياارحم الراحمين :
اللهم ارزقني زيارة الحسين عليه السلام اني وكل محروم
2026-07-27 20:39:07
0
dareen1249
مــــٓــ💔ــــٓــجروح :
ياحسين ياعباس يازينب
2026-07-26 22:59:23
0
user4758835102335
user4758835102335 :
❤️❤️❤️
2026-07-26 14:18:16
2
usertsuucbr0q9
الخزرجيه طال عمرك :
🥰🥰🥰
2026-07-26 17:45:11
2
user66720967817723
رضا الكظماوي :
🌹🌹🌹
2026-07-26 10:28:08
3
_az_t_az23
ف᭫ᮥرٰاིشه313R :
🥺🥺🥺
2026-07-28 08:21:12
0
vn__p5
نوني فالح :
🥰🥰
2026-07-26 21:18:59
1
user466686212961
منتظر رائد :
♥️♥️♥️
2026-07-26 21:07:34
1
dyhujbkxv59v
ابو اسد التميمي :
♥️♥️♥️
2026-07-28 11:24:31
0
aliahmadi.aliahma
Aliahmadi 313 :
❤️❤️❤️
2026-07-29 08:12:28
0
user24980367149516
user24980367149516 :
💔💔❤️❤️😔😔
2026-07-27 21:57:31
1
user83336775025515
أحمد عباس :
❤️❤️❤️
2026-07-27 18:10:57
1
dy2x6x7peo2w
مولاي علي4577 :
🥰🥰🥰
2026-07-27 23:07:51
0
aboadal92
هـدى :
😭😭😭
2026-07-26 18:02:16
1
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No dia 21 de julho de 2026, depois de mais de 19 horas de julgamento, a Justiça condenou os ex-patrões de Lethycia Rodrigues de Lima pela morte da ex-funcionária.  Moacir João Ariotti recebeu pena de 16 anos e 4 meses de prisão, enquanto Aline Borin foi condenada a 14 anos, ambos em regime fechado. Além disso, os dois não poderão recorrer em liberdade e terão de pagar R$ 350 mil de indenização à família da vítima.  A decisão encerra um caso que chocou Santa Catarina pela crueldade e pelo motivo apontado pela acusação. No dia 29 de setembro de 2025, Lethycia Rodrigues de Lima, de 35 anos, trabalhava na limpeza de kitnets em Palmitos, no Oeste catarinense.  Segundo o Ministério Público, ela era submetida a jornadas exaustivas, que chegavam a 22 horas de trabalho por dia, sem carteira assinada.  Depois de deixar o emprego, Lethycia passou a cobrar dos antigos patrões o pagamento das verbas rescisórias e dos direitos trabalhistas que, segundo a acusação, nunca haviam sido pagos. Foi nesse momento que tudo mudou. De acordo com a denúncia apresentada no Tribunal do Júri, na tarde do dia 29 de setembro de 2025, Moacir João Ariotti foi até a casa da ex-funcionária acompanhado da companheira, Aline Borin.  O objetivo da visita rapidamente se transformou em violência.  Ainda segundo a acusação, Moacir tentou atirar primeiro contra o marido de Lethycia, mas a arma falhou. Em seguida, voltou-se para a ex-funcionária.  Enquanto ela tentava escapar, Aline teria segurado Lethycia pelos cabelos, impedindo sua fuga. Na sequência, Moacir efetuou os disparos que tiraram a vida da vítima. Os filhos de Lethycia teriam presenciado toda a cena. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime foi motivado pela cobrança dos direitos trabalhistas feita pela ex-funcionária. Após analisar as provas e ouvir testemunhas, os jurados reconheceram a responsabilidade dos dois acusados. Ao final de mais de 19 horas de julgamento, encerrado em 21 de julho de 2026, Moacir João Ariotti foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão, e Aline Borin a 14 anos, ambos em regime fechado.  Os dois também tiveram negado o direito de recorrer em liberdade e foram condenados ao pagamento de R$ 350 mil de indenização ao marido e aos herdeiros de Lethycia.  A condenação representa o desfecho judicial de um caso que ganhou repercussão por reunir denúncias de exploração trabalhista, uma disputa por direitos e um homicídio que,  aconteceu diante da própria família da vítima.
No dia 21 de julho de 2026, depois de mais de 19 horas de julgamento, a Justiça condenou os ex-patrões de Lethycia Rodrigues de Lima pela morte da ex-funcionária. Moacir João Ariotti recebeu pena de 16 anos e 4 meses de prisão, enquanto Aline Borin foi condenada a 14 anos, ambos em regime fechado. Além disso, os dois não poderão recorrer em liberdade e terão de pagar R$ 350 mil de indenização à família da vítima. A decisão encerra um caso que chocou Santa Catarina pela crueldade e pelo motivo apontado pela acusação. No dia 29 de setembro de 2025, Lethycia Rodrigues de Lima, de 35 anos, trabalhava na limpeza de kitnets em Palmitos, no Oeste catarinense. Segundo o Ministério Público, ela era submetida a jornadas exaustivas, que chegavam a 22 horas de trabalho por dia, sem carteira assinada. Depois de deixar o emprego, Lethycia passou a cobrar dos antigos patrões o pagamento das verbas rescisórias e dos direitos trabalhistas que, segundo a acusação, nunca haviam sido pagos. Foi nesse momento que tudo mudou. De acordo com a denúncia apresentada no Tribunal do Júri, na tarde do dia 29 de setembro de 2025, Moacir João Ariotti foi até a casa da ex-funcionária acompanhado da companheira, Aline Borin. O objetivo da visita rapidamente se transformou em violência. Ainda segundo a acusação, Moacir tentou atirar primeiro contra o marido de Lethycia, mas a arma falhou. Em seguida, voltou-se para a ex-funcionária. Enquanto ela tentava escapar, Aline teria segurado Lethycia pelos cabelos, impedindo sua fuga. Na sequência, Moacir efetuou os disparos que tiraram a vida da vítima. Os filhos de Lethycia teriam presenciado toda a cena. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime foi motivado pela cobrança dos direitos trabalhistas feita pela ex-funcionária. Após analisar as provas e ouvir testemunhas, os jurados reconheceram a responsabilidade dos dois acusados. Ao final de mais de 19 horas de julgamento, encerrado em 21 de julho de 2026, Moacir João Ariotti foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão, e Aline Borin a 14 anos, ambos em regime fechado. Os dois também tiveram negado o direito de recorrer em liberdade e foram condenados ao pagamento de R$ 350 mil de indenização ao marido e aos herdeiros de Lethycia. A condenação representa o desfecho judicial de um caso que ganhou repercussão por reunir denúncias de exploração trabalhista, uma disputa por direitos e um homicídio que, aconteceu diante da própria família da vítima.

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