@ayoub_gal20: نسأل الله السلامة والعافية #أهل_السنة_والجماعة #الإستهزاء_بالدين_وأهله_من_الكبائر💔 #الجزائر🇩🇿

أبو عبد البَّـــــــر|🇩🇿١٤٢٧
أبو عبد البَّـــــــر|🇩🇿١٤٢٧
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Friday 31 July 2026 15:54:33 GMT
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Comments

douaa_bel13
𝑫𝒐𝒖𝒂𝒂🇩🇿⚖️ :
انا من نهار شفتهم وانا مشكويا لحد الان عقلي ماقدرش يستوعب كيفاش يتعداو على ربي ومخايفينش
2026-07-31 23:36:40
30
abderahimmesmous
Abdou :
نحن في آخر الزمان فلماذا التعجب
2026-07-31 19:56:50
37
eilef_
eilef_ :
بدأ الاسلام غريبا و عاد غريبا فطوبى للغرباء😩😢
2026-07-31 20:15:03
14
islamma4
Islam Madi :
عن زينب بنت جحش رضي الله عنها قالت: استيقظ النبي ﷺ فزعًا يقول: «لا إله إلا الله، ويلٌ للعرب من شرٍّقد اقترب...». فقالت زينب رضي الله عنها: «أنهلك وفينا الصالحون؟» فقال ﷺ: «نعم، إذا كثر الخَبَث.» رواه صحيح البخاري وصحيح مسلم
2026-07-31 21:38:43
9
selue1921
💙 :
تحسبونه هيّنا وهو عند الله عظيم..
2026-07-31 20:30:09
7
emmyhoc
هِلاليّة سَليلةُ ضّ 🇩🇿 :
حكمني الشوك
2026-07-31 22:03:33
4
aminou560
🫀🤍أمينو🫀🤍 :
قال عز وجل ( اقترب للناس حسابهم وهم في غفلة معرضون )
2026-07-31 21:42:36
29
mamitch7
MAMITCH 🇩🇿 :
راهي بدات الغربة فالدين ربي يهديني برك وًنولي مع الغرباء ❤️
2026-07-31 23:32:26
2
oussama_bouacha_
_oussama41_ :
جاء الإسلام غريبا وسيعود غريبا (علامات الساعة)
2026-08-01 00:14:16
1
appex_31
APPEX777x👺🕷️ :
ممكن آخد فيديو و احطو في حسابي ثاني ؟
2026-08-01 00:13:22
0
tebrima12
Dr.sasou :
يالطيف اقسم بالله مرات نقرا تعلبقات نتصدم من وقتاه ناقشوا ربي في أوامروا، كون يقلنا موتوا نموتوا بدون عقل وبدون عاطفة لهذه الدرجة مايعرفوش عظمة الله ومكانته؟
2026-07-31 23:32:44
4
obe.yd
Obe YDA :
لاحول ولا قوة الا بالله العلي العظيم
2026-07-31 20:15:47
2
emmabeenn
emmabeenn :
نسأل الله العافية "و لئن سألتهم ليقولن إنما كنا نخوض و نلعب قل أبالله و آياته ورسوله كنتم تستهزؤون…"
2026-07-31 22:48:03
1
abderra.hmane5
Abderra Hmane :
انفلات اخلاقي وديني الله يجيب الخير
2026-07-31 23:49:08
1
houssme.07
Benslimen Houssem🍎 :
أن بعض الباطل أو الجدل لا يعيش إلا بالاهتمام والردود المستمرة، فإذا تجاهلته ولم تمنحه انتباهًا، فقد يضعف وينتهي . أنا لله وأنا إليه راجعون
2026-07-31 23:45:50
1
eve028722
eve :
قال تعالى ظهر الفساد في البر والبحر بما كسبت أيدي الناس )المهم قراءة محمد أيوب البرمي هذه قديمة جدا ومن أروع ما سمعت
2026-07-31 23:05:19
3
fatihamohamed2378
فاتي 🇩🇿 :
الأولى بالمؤمن أن يقول لا إله إلا أنت سبحانك إني كنت من الظالمين، ويقول ربي إني ظلمت نفسي ظلما كثيرا ولا يغفر الذنوب إلا أنت فاغفرلي مغفرة من عندك وارحمني إنك أنت الغفور الرحيم، نسأل الله لنا ولهم الهداية
2026-07-31 23:41:44
1
abdelmoumene95algeria
عبد المؤمن :
خاوتي الدنيا و الله ما بقالها لي ماراهش يصلي غير يتوب لله و يكثر من العبادات ، أصبحنا ندافع عن الإسلام في بلاد المسلمين
2026-08-01 00:51:48
1
abomos186
نقتدي بسلف الصالح :
عن أي تحضر تتحدثون يعني لحقنا لوقت ولا الإستهزاء بالدين أمر جد عادي أسأل الله الثبات والعفو والعافية لي ولكم وحسن 😳الخاتمة
2026-08-01 00:18:17
1
user9279618750227
همام عبد الرحمان :
الله المستعان والله أمر عظيم ، ويفتت الأكباد تجرأ عظيم في حق المولى عزوجل
2026-07-31 21:11:13
3
phoenix_202913
phoenix_202913 :
كارثة
2026-08-01 02:00:47
0
amina.djebarni
والراسخون في العلم :
كارثة والله
2026-08-01 01:31:01
0
ak_ra_m
أكرم بوعلي :
لا حول ولا قوة إلا بالله 😞😞😞 الله المستعان
2026-07-31 16:07:40
0
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Quando se envelhece, revela-se uma verdade simples e cruel: o barulho da vida apaga-se Tenho 88 anos. Lembro-me de uma época em que na minha casa nunca havia silêncio. Uma casa de dois andares, degraus que rangiam, o cheiro da comida vindo da cozinha. As crianças corriam de um quarto para outro, a minha mulher chamava para a mesa, e aos domingos reunia-se toda a família — com barulho, apertados, felizes. Eu sentava-me à cabeceira e pensava que aquilo duraria para sempre. Pensava que seria assim para sempre. Hoje tenho um quarto de doze metros quadrados num lar de idosos. Uma cama. Uma janela. Um pequeno armário onde guardo o pouco que resta de toda uma vida. E as fotografias em cima da mesinha de cabeceira — agora são as únicas que não se vão embora. Tenho quatro filhos. Onze netos. Dois bisnetos. Mas quem está mais frequentemente ao meu lado não tem o meu apelido. É um enfermeiro que vem de manhã tirar-me a tensão, ajeitar-me a almofada, perguntar-me como me sinto. Faz isso todos os dias. Todos. E isso é mais do que fazem alguns dos que me chamam avô. Um filho vem uma vez por mês. Outro — nas festas. A minha filha liga aos domingos. Uma chamada curta. Cinco minutos. Às vezes menos. E um dos meus filhos... não dá sinais de vida há já dois anos. Não sei porquê. Dei voltas na cabeça durante longas noites — o que fiz de errado, em que falhei, onde não dei o suficiente. Não há resposta. Ou talvez já não consiga encontrá-la. Já não vou ao jardim. As mãos já não são o que eram. Antes podia passar horas a trabalhar a madeira — fazia prateleiras, arranjava móveis, construía coisas para casa. Agora olho pela janela e vejo um pátio alheio. Já não me sento à cabeceira da mesa. Não há mesa. Não há toalha de festa. Não está aquele cheiro de cozinha de que tanto gostava. Agora faço palavras cruzadas. Tento manter a mente desperta. Ou pelo menos finjo que tento. Sabem qual é a coisa mais difícil nesta idade? Não é a dor nas articulações. Não é a fraqueza. Não é o corpo já não responder como antes. O mais difícil é quando à noite chega o silêncio e percebo que hoje ninguém veio. Que ontem também ninguém veio. Que amanhã, muito provavelmente, será igual. E fico deitado a olhar para o teto. E penso em como cuidei de cada um dos meus filhos. Como me levantava de noite quando estavam doentes. Como trabalhava sem dias de folga para que nada lhes faltasse. Como dava — sem contar, sem pedir nada em troca, simplesmente dava porque eles eram o sentido de tudo. E penso — onde estão eles agora? Aprendi a não chorar. Os homens da minha geração não choram. Foi assim que fomos educados. Mas às vezes, à noite — choro. Em silêncio. Para que ninguém me ouça. Aqui é preciso ter cuidado — não nos apegarmos demasiado aos vizinhos. As pessoas vão-se embora. De repente. Num só dia. Numa só noite. Já se foram várias pessoas com quem falava — assim, sem mais. Ficou uma cama vazia — e mais nada. Dizem que hoje em dia as pessoas vivem mais tempo. A medicina, a tecnologia e tudo isso. Mas ninguém fala do que significa — viver muito tempo na solidão. Quando a memória ainda funciona e nos lembramos de tudo — cada dia, cada cheiro, cada riso — mas tudo isso já não existe. E não vai voltar. Gostava que os jovens compreendessem uma única coisa. Os pais e os avós não pedem muito. Não precisam de presentes. Não precisam de dinheiro. Precisam que alguém entre no quarto. Que se sente ao seu lado. Que simplesmente esteja, que fale. Uma hora. Uma vez por semana. Não é muito — para vocês. Para nós — é o mundo inteiro. Todo o carinho que vos demos quando eram pequenos... continua a existir nalgum lugar? Ou foi-se embora sem mais, junto com a nossa juventude? Não estou zangado. Simplesmente estou muito cansado de esperar. Se este texto vos tocou o coração — partilhem-no. Que o leiam aqueles que há muito não ligam aos pais. Os que deixam sempre para depois. Os que não sabem que esse «depois» um dia, simplesmente, se acaba. Liguem hoje. Agora mesmo. Enquanto ainda for possível.
Quando se envelhece, revela-se uma verdade simples e cruel: o barulho da vida apaga-se Tenho 88 anos. Lembro-me de uma época em que na minha casa nunca havia silêncio. Uma casa de dois andares, degraus que rangiam, o cheiro da comida vindo da cozinha. As crianças corriam de um quarto para outro, a minha mulher chamava para a mesa, e aos domingos reunia-se toda a família — com barulho, apertados, felizes. Eu sentava-me à cabeceira e pensava que aquilo duraria para sempre. Pensava que seria assim para sempre. Hoje tenho um quarto de doze metros quadrados num lar de idosos. Uma cama. Uma janela. Um pequeno armário onde guardo o pouco que resta de toda uma vida. E as fotografias em cima da mesinha de cabeceira — agora são as únicas que não se vão embora. Tenho quatro filhos. Onze netos. Dois bisnetos. Mas quem está mais frequentemente ao meu lado não tem o meu apelido. É um enfermeiro que vem de manhã tirar-me a tensão, ajeitar-me a almofada, perguntar-me como me sinto. Faz isso todos os dias. Todos. E isso é mais do que fazem alguns dos que me chamam avô. Um filho vem uma vez por mês. Outro — nas festas. A minha filha liga aos domingos. Uma chamada curta. Cinco minutos. Às vezes menos. E um dos meus filhos... não dá sinais de vida há já dois anos. Não sei porquê. Dei voltas na cabeça durante longas noites — o que fiz de errado, em que falhei, onde não dei o suficiente. Não há resposta. Ou talvez já não consiga encontrá-la. Já não vou ao jardim. As mãos já não são o que eram. Antes podia passar horas a trabalhar a madeira — fazia prateleiras, arranjava móveis, construía coisas para casa. Agora olho pela janela e vejo um pátio alheio. Já não me sento à cabeceira da mesa. Não há mesa. Não há toalha de festa. Não está aquele cheiro de cozinha de que tanto gostava. Agora faço palavras cruzadas. Tento manter a mente desperta. Ou pelo menos finjo que tento. Sabem qual é a coisa mais difícil nesta idade? Não é a dor nas articulações. Não é a fraqueza. Não é o corpo já não responder como antes. O mais difícil é quando à noite chega o silêncio e percebo que hoje ninguém veio. Que ontem também ninguém veio. Que amanhã, muito provavelmente, será igual. E fico deitado a olhar para o teto. E penso em como cuidei de cada um dos meus filhos. Como me levantava de noite quando estavam doentes. Como trabalhava sem dias de folga para que nada lhes faltasse. Como dava — sem contar, sem pedir nada em troca, simplesmente dava porque eles eram o sentido de tudo. E penso — onde estão eles agora? Aprendi a não chorar. Os homens da minha geração não choram. Foi assim que fomos educados. Mas às vezes, à noite — choro. Em silêncio. Para que ninguém me ouça. Aqui é preciso ter cuidado — não nos apegarmos demasiado aos vizinhos. As pessoas vão-se embora. De repente. Num só dia. Numa só noite. Já se foram várias pessoas com quem falava — assim, sem mais. Ficou uma cama vazia — e mais nada. Dizem que hoje em dia as pessoas vivem mais tempo. A medicina, a tecnologia e tudo isso. Mas ninguém fala do que significa — viver muito tempo na solidão. Quando a memória ainda funciona e nos lembramos de tudo — cada dia, cada cheiro, cada riso — mas tudo isso já não existe. E não vai voltar. Gostava que os jovens compreendessem uma única coisa. Os pais e os avós não pedem muito. Não precisam de presentes. Não precisam de dinheiro. Precisam que alguém entre no quarto. Que se sente ao seu lado. Que simplesmente esteja, que fale. Uma hora. Uma vez por semana. Não é muito — para vocês. Para nós — é o mundo inteiro. Todo o carinho que vos demos quando eram pequenos... continua a existir nalgum lugar? Ou foi-se embora sem mais, junto com a nossa juventude? Não estou zangado. Simplesmente estou muito cansado de esperar. Se este texto vos tocou o coração — partilhem-no. Que o leiam aqueles que há muito não ligam aos pais. Os que deixam sempre para depois. Os que não sabem que esse «depois» um dia, simplesmente, se acaba. Liguem hoje. Agora mesmo. Enquanto ainda for possível.

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