@phuonglinh15104: Kẹo dẻo Sắt của nhà Happy Vitamin này chắc chắn bé nào cũng mê và hợp tác lắm ý. Mẹ nhớ bổ sung Sắt cho bé mỗi ngày cho con phát triển khoẻ mạnh năng động vui chơi nha #sắt #bosungsat #trethieusat #trieuview #happyvitamin

Phương Linh
Phương Linh
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emreview.roine
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ưng nha
2026-11-06 02:40:40
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loan_1970
Loan Shop 70 :
ngon lắm
2026-11-05 08:44:34
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@NUV Energia NÓS SÓ NÃO SOMOS HEXA PORQUE ESSE CARA CARREGOU A SELEÇÃO SOZINHO DURANTE ANOS... Tem jogo que termina e deixa uma sensação pior do que a derrota. A sensação de que um jogador tentou puxar o país sozinho. 10 de julho de 2021. Brasil x Argentina. Final da Copa América no Maracanã. De um lado, Messi buscando o primeiro título pela seleção principal. Do outro, Neymar tentando impedir isso. A Argentina abriu o placar com Di María ainda no primeiro tempo. E dali em diante o jogo virou quase uma perseguição. Neymar recebia. Dois chegavam. Às vezes três. Falta. Pancada. Ele levantava. Pedia a bola de novo. Tentava o drible. Buscava espaço. Voltava para construir. Acelerava de novo. Parecia que toda jogada perigosa do Brasil precisava passar por ele. E talvez seja isso que torne aquela final tão triste de rever hoje. Não porque Neymar tenha feito um jogo perfeito. Nem porque o Brasil perdeu apenas por causa dos outros. Futebol nunca é tão simples. Mas aquela partida escancarou uma sensação que acompanhou boa parte da passagem dele pela Seleção: quando o jogo apertava, a responsabilidade quase sempre caía toda nele. Naquela Copa América, Neymar chegou à final com dois gols e três assistências. Era quem mais criava. Quem mais driblava. Quem fazia o ataque respirar. E na decisão, mesmo muito marcado, continuou tentando até o fim. O gol não veio. A Argentina venceu por 1 a 0. Messi levantou a taça. E Neymar terminou abraçado ao antigo companheiro, chorando no gramado. Talvez dizer que o Brasil só não foi hexa porque Neymar precisou carregar tudo sozinho seja exagero. Mas é difícil assistir a noites como essa e não imaginar como seria a história se ele tivesse dividido esse peso com uma geração do mesmo nível. Porque durante anos o Brasil teve um craque capaz de decidir qualquer jogo. O problema é que, muitas vezes, parecia ter apenas ele para tentar decidir. E aquela noite contra a Argentina talvez seja o retrato mais cruel disso. Neymar tentou. Apanhou. Criou. Insistiu. Mas dessa vez, sozinho, não foi suficiente.#futebol #nuvenergia #nuvclipfy #clipfyleague
@NUV Energia NÓS SÓ NÃO SOMOS HEXA PORQUE ESSE CARA CARREGOU A SELEÇÃO SOZINHO DURANTE ANOS... Tem jogo que termina e deixa uma sensação pior do que a derrota. A sensação de que um jogador tentou puxar o país sozinho. 10 de julho de 2021. Brasil x Argentina. Final da Copa América no Maracanã. De um lado, Messi buscando o primeiro título pela seleção principal. Do outro, Neymar tentando impedir isso. A Argentina abriu o placar com Di María ainda no primeiro tempo. E dali em diante o jogo virou quase uma perseguição. Neymar recebia. Dois chegavam. Às vezes três. Falta. Pancada. Ele levantava. Pedia a bola de novo. Tentava o drible. Buscava espaço. Voltava para construir. Acelerava de novo. Parecia que toda jogada perigosa do Brasil precisava passar por ele. E talvez seja isso que torne aquela final tão triste de rever hoje. Não porque Neymar tenha feito um jogo perfeito. Nem porque o Brasil perdeu apenas por causa dos outros. Futebol nunca é tão simples. Mas aquela partida escancarou uma sensação que acompanhou boa parte da passagem dele pela Seleção: quando o jogo apertava, a responsabilidade quase sempre caía toda nele. Naquela Copa América, Neymar chegou à final com dois gols e três assistências. Era quem mais criava. Quem mais driblava. Quem fazia o ataque respirar. E na decisão, mesmo muito marcado, continuou tentando até o fim. O gol não veio. A Argentina venceu por 1 a 0. Messi levantou a taça. E Neymar terminou abraçado ao antigo companheiro, chorando no gramado. Talvez dizer que o Brasil só não foi hexa porque Neymar precisou carregar tudo sozinho seja exagero. Mas é difícil assistir a noites como essa e não imaginar como seria a história se ele tivesse dividido esse peso com uma geração do mesmo nível. Porque durante anos o Brasil teve um craque capaz de decidir qualquer jogo. O problema é que, muitas vezes, parecia ter apenas ele para tentar decidir. E aquela noite contra a Argentina talvez seja o retrato mais cruel disso. Neymar tentou. Apanhou. Criou. Insistiu. Mas dessa vez, sozinho, não foi suficiente.#futebol #nuvenergia #nuvclipfy #clipfyleague

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